Matéria que circulou na lista da geografia (http://br.groups.yahoo.com/group/listageografia/), postada por um grupo de geógrafos da Cataluña/Espanha (Geògrafs.cat! Grup independent de geògrafs catalans)
FONTE: Blographos - ciencia + tecnología + arte + cartografía 18//12/2009
http://www.geographos.com/BLOGRAPHOS/?p=471
Nuevos mapas de la colección David Rumsey en Google Earth
José barreda
La Colección David Rumsey (http://www.davidrumsey.com), es una de las más conocidas y visitadas del mundo, cuenta con alrededor de 18.460 mapas en línea y aunque su especialidad es América del Norte, en su cartoteca podemos encontrar un amplio retrato histórico de todos los continentes (aquí la colección de Perú). Buena parte de sus mapas y planos usan Luna Imaging (http://www.lunaimaging.com) para la visualización de sus imágenes. Sin embargo, aunque el sistema funciona muy bien, es claro que tiene sus ventajas sumar esta colección a las prestaciones ofrecidas por los omnipresentes Google Maps y Google Earth.
Actualmente la sección dedicada mashups usando el API de Google pueden ser visitadas en su web (http://www.davidrumsey.com/view/google-maps) y contiene, además de la valiosa cartografía, una nutrida información contextual. La resolución de los mapas es de lo mejor y su georreferenciación es la notablemente buena tomando en cuenta la distorsión e inexactitudes de estos viejos cartogramas.
Además de la posibilidad de manejar el desplazamiento y el nivel de acercamiento -a la manera de Google Maps-, podemos regular la transparencia de la imagen y superponer y comparar distintas capas de información gráfica.
Totalmente recomendable para los aficionados a la cartografía o para aquellos que andan buscando datos de carácter históricos. Todos lo mapas se encuentran con licencia Creative Commons.
Vínculos:
Colección David Rumsey http://www.davidrumsey.com
Colección David Rumsey en Google http://www.davidrumsey.com/view/google-maps
Visto en:
Lat Long Blog http://google-latlong.blogspot.com/2008/05/more-rumsey-historical-maps-and-more.html
La Cartoteca http://alpoma.net/carto/?p=728
Geògrafs.cat! Grup independent de geògrafs catalans
url: http://www.geografs.cat
Fòrum: http://tech.groups.yahoo.com/group/geografs-cat
Col.legia't:
http://www.geografs.org/?section_id=4
domingo, 16 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
RELATÓRIO DA REUNIÃO DO DIA 30/04/2010
RELATÓRIO DA REUNIÃO DO DIA 30/04/2010
Nesse dia foi apresentado o capítulo 1, do livro de Antonio Carlos Robert Moraes, “Território e História no Brasil”, intitulado “Geografia, história e história da geografia”. Nesse capítulo o autor apresenta as articulações entre geografia e história, recusando as abordagens tradicionais. Também apresenta a distinção entre a geografia material (a apropriação e produção do espaço) e as representações elaboradas pelas sociedades sobre essa realidade (o discurso geográfico). Essa distinção leva à distinção entre geografia e ‘pensamento geográfico”, mais amplo e que não se encerra no âmbito disciplinar da geografia. O autor também analisa a utilização ideológica dos conhecimentos geográficos no âmbito do colonialismo, que se baseia na teoria evolucionista da história. A partir da distinção entre geografia e pensamento geográfico, o autor finaliza apresentando dois campos de pesquisa possíveis para a geografia brasileira: uma história das idéias geográficas no Brasil e uma história da institucionalização da disciplina geografia.
O participante responsável pela apresentação, Hamilton Cassiano Dias, realizou também um paralelo com o artigo “Origens do pensamento geográfico no Brasil: meio tropical, espaços vazios e a idéia de ordem (1870-1930) e também com a obra geográfica do autor campista Alberto Lamego, que merece reexame e utilização atual.
A comentadora, Gisele destacou a apresentação em tópicos realizada e questionou o apresentador quanto à característica da geografia, se una ou múltipla, no que Hamilton comentou que em sua opinião a geografia é abrangente, chegando a abarcar “tudo”.
Durante os debates Cândido destacou a questão conceitual da geografia e as diferentes interpretações geográficas possíveis, por exemplo, entre o colono e o dono de uma fazenda. Helio destacou a importância de Aires de Casal e indagou da importância do IHGB, no que o coordenador, destacou ser um órgão que realizou levantamento importantes, mas não atuou na sistematização da disciplina geografia. Hélio também destacou a incorporação tardia de Karl Marx nos estudos das ciências humanas, criticando a fragmentação de saberes realizada a título da maximização dos resultados. Também destacou a importância de se estudar a história da educação no Brasil, para sabermos se não continuamos reproduzindo um pensamento colonizado. Martins destacou a reedição das obras de Alberto Lamego e a discussão, da geografia, entre licenciatura e bacharelado. Já Tiago, por estudar, simultaneamente, geografia e ciências sociais, apontou certo desprezo, na geografia, em estudar os autores clássicos, vistos como ultrapassados, ao contrário do que ocorre nas ciências sociais, em que o estudos dos clássicos é fundamental. Tal comentário encontrou apoio no coordenador.
Campos dos Goytacazes, 30 de abril de 2010
Marcelo Werner da Silva
Coordenador e relator dessa reunião
Nesse dia foi apresentado o capítulo 1, do livro de Antonio Carlos Robert Moraes, “Território e História no Brasil”, intitulado “Geografia, história e história da geografia”. Nesse capítulo o autor apresenta as articulações entre geografia e história, recusando as abordagens tradicionais. Também apresenta a distinção entre a geografia material (a apropriação e produção do espaço) e as representações elaboradas pelas sociedades sobre essa realidade (o discurso geográfico). Essa distinção leva à distinção entre geografia e ‘pensamento geográfico”, mais amplo e que não se encerra no âmbito disciplinar da geografia. O autor também analisa a utilização ideológica dos conhecimentos geográficos no âmbito do colonialismo, que se baseia na teoria evolucionista da história. A partir da distinção entre geografia e pensamento geográfico, o autor finaliza apresentando dois campos de pesquisa possíveis para a geografia brasileira: uma história das idéias geográficas no Brasil e uma história da institucionalização da disciplina geografia.
O participante responsável pela apresentação, Hamilton Cassiano Dias, realizou também um paralelo com o artigo “Origens do pensamento geográfico no Brasil: meio tropical, espaços vazios e a idéia de ordem (1870-1930) e também com a obra geográfica do autor campista Alberto Lamego, que merece reexame e utilização atual.
A comentadora, Gisele destacou a apresentação em tópicos realizada e questionou o apresentador quanto à característica da geografia, se una ou múltipla, no que Hamilton comentou que em sua opinião a geografia é abrangente, chegando a abarcar “tudo”.
Durante os debates Cândido destacou a questão conceitual da geografia e as diferentes interpretações geográficas possíveis, por exemplo, entre o colono e o dono de uma fazenda. Helio destacou a importância de Aires de Casal e indagou da importância do IHGB, no que o coordenador, destacou ser um órgão que realizou levantamento importantes, mas não atuou na sistematização da disciplina geografia. Hélio também destacou a incorporação tardia de Karl Marx nos estudos das ciências humanas, criticando a fragmentação de saberes realizada a título da maximização dos resultados. Também destacou a importância de se estudar a história da educação no Brasil, para sabermos se não continuamos reproduzindo um pensamento colonizado. Martins destacou a reedição das obras de Alberto Lamego e a discussão, da geografia, entre licenciatura e bacharelado. Já Tiago, por estudar, simultaneamente, geografia e ciências sociais, apontou certo desprezo, na geografia, em estudar os autores clássicos, vistos como ultrapassados, ao contrário do que ocorre nas ciências sociais, em que o estudos dos clássicos é fundamental. Tal comentário encontrou apoio no coordenador.
Campos dos Goytacazes, 30 de abril de 2010
Marcelo Werner da Silva
Coordenador e relator dessa reunião
RESUMO DO CAPÍTULO 1
CAP 1 – GEOGRAFIA, HISTÓRIA E HISTÓRIA DA GEOGRAFIA
• Iniciar distinguindo história e geografia
• Evitando o fascínio do empirismo historiográfico para levantamentos empíricos da história da geografia no Brasil
• Recusar de imediato as visões tradicionais:
“geografia como introdução da história” (historiadores); concepção de Herder da Terra como palco das ações humanas
Problemas:
Geografia como anteato da história; geográfico confundido com o natural
“geografia como história do presente” (geógrafos)
Problemas:
Geografia como realidade pós-histórica, atualidade só apreensível funcionalmente, escapando à reflexão da história
• Urge, portanto, repensar as articulações entre a história e a geografia através de questões de fundo:
A história da geografia estudada na ótica disciplinar de um historiador seria igual a conduzida por um geógrafo?
Qual o papel da história em uma teoria geral da geografia e o papel da geografia em uma teoria geral da história?
As mediações geográficas e históricas tem o mesmo peso na explicação da história e da historia da geografia? Por que?
Respostas devem ser no plano dos métodos
Emerge a questão conceitual, tratada com certa liberalidade/confusão ontológica nos estudos da história da geografia do Brasil
Ora se enfoca a construção da geografia material do território;
Ora são os discursos construídos sobre esse processo
Ou a linguagem da qual são portadores.
• Para abrir a discussão, algumas posições teóricas e indicações analíticas com que trabalha:
1. universo da história muito mais amplo que o da geografia (a geografia como um produto da história)
a geografia material objetivada no espaço terrestre e o discurso geográfico sobre tais realidades como explicáveis pela história; a historicidade como caminho do entendimento dos objetos e processos espaciais, o que inclui a geografia;
2. por geografia deve-se diferenciar:
• a apropriação e a produção do espaço
• das representações elaboradas pelas sociedades acerca dessa realidade (o discurso geográfico).
• Sendo a valoração simbólica do espaço um momento de sua valorização material, em uma dialética que cabe desvendar.
3. os discursos geográficos variam por lugar, sociedade e época, engendrados por mentalidades vigentes (qualquer leitura da paisagem ou produção de texto sendo densa de uma temporalidade própria)
• portanto em qualquer período da história e qualquer agrupamento humano existe uma geografia (material e discursiva), sendo necessário diferenciar e historicizar as culturas para bem contextualizar suas geografias.
• Várias são as maneiras de diferenciação:
1. a distinção entre o saber popular (conhecimentos geográficos do senso comum e dos povos sem escrita)
2. do saber erudito (amparados em registros, seguindo normas e padrões hegemônicos determinados historicamente.
• A designação “filosofia” escritos de maior densidade lógica e reflexiva da cultura ocidental
• Já “ciência” é uma forma mais tardia de apresentação do conhecimento legítimo associada à emergência do capitalismo, sendo resultado e alavanca da modernidade
• Portanto discutir o discurso geográfico enquanto ciência é uma delimitação bem restritiva em termos históricos e culturais, excluindo as geografias espontâneas do cotidiano e o saber geográfico contido em mitos e na literatura
• Trabalha-se então somente com o pensamento ocidental a partir do final do século 18
• Mesmo assim o pensamento geográfico emerge de diversos campos disciplinares, sendo um possível delimitador a utilização do termo “geografia”, “na autolocalização das obras, dos autores, das teorias e das instituições que comporiam a comunidade dos ‘geógrafos’”
• Surge então uma “geografia científica” ou “moderna” no final do século 18, com variadas fontes e influências, a maior parte extrageográficas, que a partir de então passa a ser a “geografia”.
• É essa proposta de geografia-ciência que se difunde com a ocidentalização do mundo, o que, porém, não abarca todas as possibilidades do discurso geográfico como ciência
• Assim, pode-se analisar a “geografia moderna” como o projeto de um campo científico singular, com história própria, que se legitima e se institucionaliza de diversas maneiras que variam de país a país, porém remetendo a filiações e paradigmas comuns que conformam um corpo de especialistas (comunidade ou corporação) que cria e implanta estratégias de reprodução.
• Uma característica é a formação de escolas nacionais de geografia, com uma leitura nacional de seu próprio espaço e do mundo
• Em casos de países que tiveram dificuldades em se constituir enquanto Estado, a geografia nacional acaba servindo como mecanismo de legitimação (caso da Alemanha)
• Nos países centrais, ao longo do século 20, a geografia, ao lado da história, passa a ser uma das disciplinas básicas para a legitimação do Estado através do estudo do território, constituindo-se a idéia de “povo”
• Também serviu para municiar o Estado com informações e interpretações que o capacitava para decisões locacionais e geoestratégicas, com a geografia estando presente nos órgãos diretos de gestão política, logística e militar.
• Assim os interesses de cada Estado se expressam em suas geografias (Gottmann)
• A demarcação de fronteiras é exemplo dos interesses envolvidos com a tentativa (ideológica) de sacralizar a “fronteira natural” (fora da história). Na prática a maioria das fronteiras foram definidas militarmente, com a geografia, muitas vezes, servindo para legitimar tais fronteiras.
• Mas a geografia também recria o mundo através se sua própria cultura, embutindo, muitas vezes, projetos de relação e de dominação, com cada país do centro construindo sua geografia do mundo projetando interesses de expansão territorial e um discurso geográfico legitimador de tais interesses (geografias coloniais)
• Nesse caso a teoria evolucionista da história (da qual a geografia é herdeira) é a mais bem sucedida teorização sobre as desigualdades entre as culturas, mostrando-a como um percurso único da barbárie à civilização
• Também as religiões tiveram papel destacado na difusão e consolidação de hierarquias entre lugares e sociedades, pois na expansão colonial o missionário se fez acompanhar pelo soldado e pelo comerciante
• A relação entre a geografia européia e o colonialismo do século 19 é siamesa, gerando um levantamento exaustivo dos lugares do mundo extra-europeu, identificando riquezas potenciais, caminhos e obstáculos à penetração colonial
• Já as geografias produzidas nas colônias respondem a outros interesses, o que não nega relações e intercâmbios de parte a parte, com as metrópoles determinando o padrão culto, muitas vezes imposto sob a forma de auxílios e bolsas aos geógrafos do 3º Mundo.
Geografia no Brasil ou geografia brasileira (distinção a problematizar, objeto do autor)
• Centralidade da geografia como prática material na vida social das formações coloniais em geral e do Brasil em particular, pois a expansão territorial e o domínio de espaços está na própria natureza dessas sociedades (pecado original das colônias)
• A condição periférica marca profundamente a história brasileira em todas as dimensões, que se traduz na periódica necessidade de ajustes internos aos padrões e ritmos do centro da economia-mundo capitalista
• Esse caráter reativo também se manifesta como condicionante histórico no campo das idéias e das mentalidades, gerando uma cultura erudita que tem seus parâmetros e conteúdos definidos no exterior
• Nesse quadro começa a se delimitar um campo geográfico no século 19, ainda sem uma identidade disciplinar, mas refletindo as idéias européias da geografia moderna
• Da necessidade de legitimação com a independência do país, na dificuldade de identificação como nação utiliza-se o discurso geográfico que usa o território como o centro de referência da unidade nacional, sendo o povoamento a tarefa básica na construção do país
• A partir de 1930 institucionaliza-se o campo disciplinar, com a fundação do Conselho Nacional de Geografia, do IBGE e da AGB, que porém não esgotam as possibilidades de formulação de ideologias geográficas
• Aqui retoma plenamente seu sentido a distinção entre “pensamento geográfico” e “geografia”, abrindo caminho para dois campos de pesquisa:
1. uma história das idéias geográficas no país (mais genérica) com argumentos provenientes de fora da geografia, do pensamento social brasileiro, com discursos e reflexões sobre o território e a geografia
2. uma história da institucionalização da disciplina geografia
• os campos são pouco explorados e recomenda-se o rigor historiográfico e aprofundamento metodológico como antídotos para abordagens pseudo-filosóficas.
• Iniciar distinguindo história e geografia
• Evitando o fascínio do empirismo historiográfico para levantamentos empíricos da história da geografia no Brasil
• Recusar de imediato as visões tradicionais:
“geografia como introdução da história” (historiadores); concepção de Herder da Terra como palco das ações humanas
Problemas:
Geografia como anteato da história; geográfico confundido com o natural
“geografia como história do presente” (geógrafos)
Problemas:
Geografia como realidade pós-histórica, atualidade só apreensível funcionalmente, escapando à reflexão da história
• Urge, portanto, repensar as articulações entre a história e a geografia através de questões de fundo:
A história da geografia estudada na ótica disciplinar de um historiador seria igual a conduzida por um geógrafo?
Qual o papel da história em uma teoria geral da geografia e o papel da geografia em uma teoria geral da história?
As mediações geográficas e históricas tem o mesmo peso na explicação da história e da historia da geografia? Por que?
Respostas devem ser no plano dos métodos
Emerge a questão conceitual, tratada com certa liberalidade/confusão ontológica nos estudos da história da geografia do Brasil
Ora se enfoca a construção da geografia material do território;
Ora são os discursos construídos sobre esse processo
Ou a linguagem da qual são portadores.
• Para abrir a discussão, algumas posições teóricas e indicações analíticas com que trabalha:
1. universo da história muito mais amplo que o da geografia (a geografia como um produto da história)
a geografia material objetivada no espaço terrestre e o discurso geográfico sobre tais realidades como explicáveis pela história; a historicidade como caminho do entendimento dos objetos e processos espaciais, o que inclui a geografia;
2. por geografia deve-se diferenciar:
• a apropriação e a produção do espaço
• das representações elaboradas pelas sociedades acerca dessa realidade (o discurso geográfico).
• Sendo a valoração simbólica do espaço um momento de sua valorização material, em uma dialética que cabe desvendar.
3. os discursos geográficos variam por lugar, sociedade e época, engendrados por mentalidades vigentes (qualquer leitura da paisagem ou produção de texto sendo densa de uma temporalidade própria)
• portanto em qualquer período da história e qualquer agrupamento humano existe uma geografia (material e discursiva), sendo necessário diferenciar e historicizar as culturas para bem contextualizar suas geografias.
• Várias são as maneiras de diferenciação:
1. a distinção entre o saber popular (conhecimentos geográficos do senso comum e dos povos sem escrita)
2. do saber erudito (amparados em registros, seguindo normas e padrões hegemônicos determinados historicamente.
• A designação “filosofia” escritos de maior densidade lógica e reflexiva da cultura ocidental
• Já “ciência” é uma forma mais tardia de apresentação do conhecimento legítimo associada à emergência do capitalismo, sendo resultado e alavanca da modernidade
• Portanto discutir o discurso geográfico enquanto ciência é uma delimitação bem restritiva em termos históricos e culturais, excluindo as geografias espontâneas do cotidiano e o saber geográfico contido em mitos e na literatura
• Trabalha-se então somente com o pensamento ocidental a partir do final do século 18
• Mesmo assim o pensamento geográfico emerge de diversos campos disciplinares, sendo um possível delimitador a utilização do termo “geografia”, “na autolocalização das obras, dos autores, das teorias e das instituições que comporiam a comunidade dos ‘geógrafos’”
• Surge então uma “geografia científica” ou “moderna” no final do século 18, com variadas fontes e influências, a maior parte extrageográficas, que a partir de então passa a ser a “geografia”.
• É essa proposta de geografia-ciência que se difunde com a ocidentalização do mundo, o que, porém, não abarca todas as possibilidades do discurso geográfico como ciência
• Assim, pode-se analisar a “geografia moderna” como o projeto de um campo científico singular, com história própria, que se legitima e se institucionaliza de diversas maneiras que variam de país a país, porém remetendo a filiações e paradigmas comuns que conformam um corpo de especialistas (comunidade ou corporação) que cria e implanta estratégias de reprodução.
• Uma característica é a formação de escolas nacionais de geografia, com uma leitura nacional de seu próprio espaço e do mundo
• Em casos de países que tiveram dificuldades em se constituir enquanto Estado, a geografia nacional acaba servindo como mecanismo de legitimação (caso da Alemanha)
• Nos países centrais, ao longo do século 20, a geografia, ao lado da história, passa a ser uma das disciplinas básicas para a legitimação do Estado através do estudo do território, constituindo-se a idéia de “povo”
• Também serviu para municiar o Estado com informações e interpretações que o capacitava para decisões locacionais e geoestratégicas, com a geografia estando presente nos órgãos diretos de gestão política, logística e militar.
• Assim os interesses de cada Estado se expressam em suas geografias (Gottmann)
• A demarcação de fronteiras é exemplo dos interesses envolvidos com a tentativa (ideológica) de sacralizar a “fronteira natural” (fora da história). Na prática a maioria das fronteiras foram definidas militarmente, com a geografia, muitas vezes, servindo para legitimar tais fronteiras.
• Mas a geografia também recria o mundo através se sua própria cultura, embutindo, muitas vezes, projetos de relação e de dominação, com cada país do centro construindo sua geografia do mundo projetando interesses de expansão territorial e um discurso geográfico legitimador de tais interesses (geografias coloniais)
• Nesse caso a teoria evolucionista da história (da qual a geografia é herdeira) é a mais bem sucedida teorização sobre as desigualdades entre as culturas, mostrando-a como um percurso único da barbárie à civilização
• Também as religiões tiveram papel destacado na difusão e consolidação de hierarquias entre lugares e sociedades, pois na expansão colonial o missionário se fez acompanhar pelo soldado e pelo comerciante
• A relação entre a geografia européia e o colonialismo do século 19 é siamesa, gerando um levantamento exaustivo dos lugares do mundo extra-europeu, identificando riquezas potenciais, caminhos e obstáculos à penetração colonial
• Já as geografias produzidas nas colônias respondem a outros interesses, o que não nega relações e intercâmbios de parte a parte, com as metrópoles determinando o padrão culto, muitas vezes imposto sob a forma de auxílios e bolsas aos geógrafos do 3º Mundo.
Geografia no Brasil ou geografia brasileira (distinção a problematizar, objeto do autor)
• Centralidade da geografia como prática material na vida social das formações coloniais em geral e do Brasil em particular, pois a expansão territorial e o domínio de espaços está na própria natureza dessas sociedades (pecado original das colônias)
• A condição periférica marca profundamente a história brasileira em todas as dimensões, que se traduz na periódica necessidade de ajustes internos aos padrões e ritmos do centro da economia-mundo capitalista
• Esse caráter reativo também se manifesta como condicionante histórico no campo das idéias e das mentalidades, gerando uma cultura erudita que tem seus parâmetros e conteúdos definidos no exterior
• Nesse quadro começa a se delimitar um campo geográfico no século 19, ainda sem uma identidade disciplinar, mas refletindo as idéias européias da geografia moderna
• Da necessidade de legitimação com a independência do país, na dificuldade de identificação como nação utiliza-se o discurso geográfico que usa o território como o centro de referência da unidade nacional, sendo o povoamento a tarefa básica na construção do país
• A partir de 1930 institucionaliza-se o campo disciplinar, com a fundação do Conselho Nacional de Geografia, do IBGE e da AGB, que porém não esgotam as possibilidades de formulação de ideologias geográficas
• Aqui retoma plenamente seu sentido a distinção entre “pensamento geográfico” e “geografia”, abrindo caminho para dois campos de pesquisa:
1. uma história das idéias geográficas no país (mais genérica) com argumentos provenientes de fora da geografia, do pensamento social brasileiro, com discursos e reflexões sobre o território e a geografia
2. uma história da institucionalização da disciplina geografia
• os campos são pouco explorados e recomenda-se o rigor historiográfico e aprofundamento metodológico como antídotos para abordagens pseudo-filosóficas.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
CRONOGRAMA DAS DISCUSSÕES
CALENDÁRIO DOS ENCONTROS DO GEGH
16.04.2010 INTRODUÇÃO
23.04.2010 FERIADO
30.04.2010 TEXTO 1
07.05.2010 TEXTO 2
14.05.2010 TEXTO 3
21.05.2010 TEXTO 4
28.05.2010 TEXTO 5
04.06.2010 FERIADO
11.06.2010 NÃO HAVERÁ ENCONTRO
18.06.2010 TEXTO 6
25.06.2010 TEXTO 7
02.07.2010 TEXTO 8
09.07.2010 TEXTO 9
FUNÇÕES DE CADA PARTICIPANTE

FUNÇÕES DE CADA PARTICIPANTE POR DATA
16.04.2010 INTRODUÇÃO
23.04.2010 FERIADO
30.04.2010 TEXTO 1
07.05.2010 TEXTO 2
14.05.2010 TEXTO 3
21.05.2010 TEXTO 4
28.05.2010 TEXTO 5
04.06.2010 FERIADO
11.06.2010 NÃO HAVERÁ ENCONTRO
18.06.2010 TEXTO 6
25.06.2010 TEXTO 7
02.07.2010 TEXTO 8
09.07.2010 TEXTO 9
FUNÇÕES DE CADA PARTICIPANTE

FUNÇÕES DE CADA PARTICIPANTE POR DATA
terça-feira, 13 de abril de 2010
Dinâmica do primeiro encontro - SEXTA 16.04.2010 ÀS 14 HORAS
Em um primeiro momento explicarei a dinâmica das reuniões e distribuirei as tarefas para o semestre.
Em seguinda, como contamos com vários participantes sem experiência prévia em Geografia Histórica, realizarei um nivelamento, apresentando o essencial do método da geografia histórica.
No segundo encontro começaremos então os debates sobre o livro.
Em seguinda, como contamos com vários participantes sem experiência prévia em Geografia Histórica, realizarei um nivelamento, apresentando o essencial do método da geografia histórica.
No segundo encontro começaremos então os debates sobre o livro.
Textos no Xerox
Já estão no xerox:
- os dois primeiros capítulos do livro "Território e História no Brasil";
- texto sobre a dinâmica de funcionamento dos seminários, de MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2007. 6. ed. p. 35-40.
- os dois primeiros capítulos do livro "Território e História no Brasil";
- texto sobre a dinâmica de funcionamento dos seminários, de MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2007. 6. ed. p. 35-40.
domingo, 11 de abril de 2010
Relação de Participantes Selecionados
Foram realizadas no dia 09/04/2010 às 14 horas, as entrevistas para seleção dos participantes do grupo nesse semestre. São os seguintes os selecionados:
Alexandre Pralon Barbosa
Anadelson Martins Virtuoso
Ana Carolina Soares Cruz
Andressa Ramos Pinto
Danielle Costa dos Santos
Gabriella Vieira Ferreira de Jesus
Gisele Azevedo da Silva Paes
Hamilton Cassiano Dias
Helio Coelho
Ives da Silva Duque Pereira
Janai Vieira de Siqueira
Jose Augusto Souza Candido
Karen Mata Santos
Mirila Greicy Bittencourt Cunha
Sueleni Carvalho Fontes
Tiago dos Reis Rocha
Vicente Passaglia Pereira Cantanhede
Alexandre Pralon Barbosa
Anadelson Martins Virtuoso
Ana Carolina Soares Cruz
Andressa Ramos Pinto
Danielle Costa dos Santos
Gabriella Vieira Ferreira de Jesus
Gisele Azevedo da Silva Paes
Hamilton Cassiano Dias
Helio Coelho
Ives da Silva Duque Pereira
Janai Vieira de Siqueira
Jose Augusto Souza Candido
Karen Mata Santos
Mirila Greicy Bittencourt Cunha
Sueleni Carvalho Fontes
Tiago dos Reis Rocha
Vicente Passaglia Pereira Cantanhede
sexta-feira, 9 de abril de 2010
II Congresso Fluminense de Iniciação Científica e Tecnológica

Estão abertas as inscrições até 30 de abril para participação no II Congresso Fluminense de Iniciação Científica e Tecnológica, que acontecerá no período de 7 a 10de junho de 2010. Estarei lá representando a geografia histórica, ministrando um minicurso no dia 08/06/2010, das 13 às 15 horas, intitulado "Geografia Histórica: aspectos teórico-metodológicos".
Att.
Marcelo Werner da Silva
quarta-feira, 7 de abril de 2010
SALA DAS REUNIÕES DO GEGH
Informo que a seleção para as 15 vagas para participação no projeto será realizada nesta sexta-feira (09/04), às 14 horas, na SALA 12 do Polo de Campos dos Goytacazes/RJ da Universidade Federal Fluminense, situado à Rua José do Patrocínio, 71 - Centro - Campos dos Goytacazes - RJ.
Livro Território e História no Brasil de Antonio Carlos Robert Moraes
O livro que utilizaremos pode ser adquirido pela internet. O menor preço é na Livraria Melhoramentos, em que ele está R$ 22,14, mas só vale a pena se adquirir outros livros, pois o frete grátis é a partir de R$ 44,00. Já na livraria travessa ele está R$ 27,00, mas o frete é grátis.
Para quem não puder comprá-lo deixarei no xerox os dois primeiros capítulos. Os demais poderão ser consultados ou emprestados em nossa biblioteca, em que existem três exemplares, um sempre ficando para consulta local.
Para quem não puder comprá-lo deixarei no xerox os dois primeiros capítulos. Os demais poderão ser consultados ou emprestados em nossa biblioteca, em que existem três exemplares, um sempre ficando para consulta local.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
INSCRIÇÕES
As inscrições para participação estão abertas. O procedimento será o seguinte:
1. Enviar email para gegh.uffcampos@gmail.com, manifestando interesse em participar. Será enviada uma confirmação de recebimento do pedido.
2. Comparecer, para entrevista, no dia 09/04/2010 (SEXTA) às 14 horas na UFF/Polo Universitário de Campos dos Goytacazes - Rua José do Patrocínio, 71 - Centro - Campos dos Goytacazes - RJ, em sala a ser divulgada oportunamente.
3. A relação dos participantes selecionados será divulgada aqui no blog no dia 10/04/2010.
4. Os encontros se iniciarão no dia 16/04/2010, às 14 horas.
OBSERVAÇÃO: Para esse semestre, devido à dinâmica de discussão em seminários, ofereceremos apenas 15 vagas.
1. Enviar email para gegh.uffcampos@gmail.com, manifestando interesse em participar. Será enviada uma confirmação de recebimento do pedido.
2. Comparecer, para entrevista, no dia 09/04/2010 (SEXTA) às 14 horas na UFF/Polo Universitário de Campos dos Goytacazes - Rua José do Patrocínio, 71 - Centro - Campos dos Goytacazes - RJ, em sala a ser divulgada oportunamente.
3. A relação dos participantes selecionados será divulgada aqui no blog no dia 10/04/2010.
4. Os encontros se iniciarão no dia 16/04/2010, às 14 horas.
OBSERVAÇÃO: Para esse semestre, devido à dinâmica de discussão em seminários, ofereceremos apenas 15 vagas.
Dinâmica nesse semestre
O grupo iniciará suas atividades no dia 16/04/2010, sempre às sextas-feiras das 14:00 às 17:00 horas em sala da UFF/Polo de Campos dos Goytacazes/RJ, situado à Rua José do Patrocínio, 71 - Centro - Campos dos Goytacazes - RJ, devendo encerrar-se no dia 09/07/2010.
Os participantes que tiverem frequencia mínima e realizarem as atividades/avaliações solicitadas, terão direito a um certificado de extensão de 30 horas emitido pela PROEX/UFF.
Os participantes que tiverem frequencia mínima e realizarem as atividades/avaliações solicitadas, terão direito a um certificado de extensão de 30 horas emitido pela PROEX/UFF.
Objetivos, Metodologia e Avaliação
Objetivo Geral
Discutir textos relevantes para a geografia em geral e para a geografia histórica em particular.
Objetivos Específicos
1. Discutir os conceitos de formação territorial e formação espacial;
2. Discutir possibilidades de aplicação para casos concretos de pesquisa;
3. Qualificar discentes e profissionais que futuramente possam se dedicar a essa área do conhecimento.
Metodologia e Avaliação
A metodologia aplicada para se alcançar os objetivos propostos será a discussão dos textos na forma de seminários. A carga horária, de 30 horas/aula, com três horas semanais, contempla a necessária reflexão entre um encontro e outro. Nesse semestre analisaremos a obra "Território e História no Brasil", de Antonio Carlos Robert Moraes, com a discussão sendo sequencial à estrutura da obra:
1, Geografia, História e História da Geografia
2. A geografia humana como história territorial
3. Estado e Território numa perspectiva histórica
4. Formação Colonial e Conquista de Espaços
5. O estado territorial no contexto periférico
6. Ideologias geográficas e projetos nacionais no Brasil
7. Geografia Política e História da Geografia no Brasil
8. Formação Territorial e Políticas Ambientais no Brasil
9. Teritório, Globalização e Periferia.
A ação contemplará as seguintes etapas: uma apresentação do que se espera e uma visão de conjunto dos aspectos a serem discutidos e posteriormente a realização de seminários conduzidos pelos participantes, coordenador e discentes. Como os participantes trarão experiências diversas, garante-se, nesse espaço de diálogo, a necessária multidiciplinariedade para a abordagem da geografia histórica.
A ação contará com mecanismos de acompanhamento e avaliação que estarão relacionados à participação efetiva (ou não) dos discentes, a proporção em que o coordenador terá que intervir para o bom andamento dos trabalhos. Também serão contemplados mecanismos de avaliação da absorção ou não dos conteúdos abordados. Será também solicitada uma avaliação pessoal de cada participante.
Discutir textos relevantes para a geografia em geral e para a geografia histórica em particular.
Objetivos Específicos
1. Discutir os conceitos de formação territorial e formação espacial;
2. Discutir possibilidades de aplicação para casos concretos de pesquisa;
3. Qualificar discentes e profissionais que futuramente possam se dedicar a essa área do conhecimento.
Metodologia e Avaliação
A metodologia aplicada para se alcançar os objetivos propostos será a discussão dos textos na forma de seminários. A carga horária, de 30 horas/aula, com três horas semanais, contempla a necessária reflexão entre um encontro e outro. Nesse semestre analisaremos a obra "Território e História no Brasil", de Antonio Carlos Robert Moraes, com a discussão sendo sequencial à estrutura da obra:
1, Geografia, História e História da Geografia
2. A geografia humana como história territorial
3. Estado e Território numa perspectiva histórica
4. Formação Colonial e Conquista de Espaços
5. O estado territorial no contexto periférico
6. Ideologias geográficas e projetos nacionais no Brasil
7. Geografia Política e História da Geografia no Brasil
8. Formação Territorial e Políticas Ambientais no Brasil
9. Teritório, Globalização e Periferia.
A ação contemplará as seguintes etapas: uma apresentação do que se espera e uma visão de conjunto dos aspectos a serem discutidos e posteriormente a realização de seminários conduzidos pelos participantes, coordenador e discentes. Como os participantes trarão experiências diversas, garante-se, nesse espaço de diálogo, a necessária multidiciplinariedade para a abordagem da geografia histórica.
A ação contará com mecanismos de acompanhamento e avaliação que estarão relacionados à participação efetiva (ou não) dos discentes, a proporção em que o coordenador terá que intervir para o bom andamento dos trabalhos. Também serão contemplados mecanismos de avaliação da absorção ou não dos conteúdos abordados. Será também solicitada uma avaliação pessoal de cada participante.
Grupo de Estudos de Geografia Histórica
Esse é o blog do Grupo de Estudos de Geografía Histórica, coordenado pelo professor Marcelo Werner da Silva, do curso de geografia da UFF de Campos. Ele se constitui, operacionalmente, como um projeto de extensão.
A ação de extensão está ligada à discussão de textos relacionados ao campo da geografia histórica. Com a discussão de textos importantes para o campo disciplinar, busca-se sedimentar a base teórica utilizada pela geografia no estudo do passado. Sua relevância está ligada à inexistência da geografia histórica na grade curricular do curso de geografia, bem como à possibilidade de diálogo com outras áreas do conhecimento, como a história, ciência sociais, economia, dentre outras. O público então se amplia paratodos os discentes da Universidade Federal Fluminense do Polo Universitário de Campos dos Goytacazes (PUCG) e das demais universidade públicas (Instituto Federal Fluminense e Universidade Estadual do Norte Fluminense) e privadas existentes na cidade de Campos dos Goytacazes, bem como ao público em
geral. Cria-se então, com essa ação de extensão, um espaço de discussão nessa área, abrangendo a cidade de Campos dos Goytacazes, assim como as regiões Norte e Noroeste do Estado, das quais a município é pólo educacional.
A proposta é seguimento da ação de extensão desenvolvida em 2009, intitulada “Introdução à Geografia Histórica”, em que, em formato de curso, foram apresentadas as principais categorias e conceitos da geografia histórica.
A ação de extensão está ligada à discussão de textos relacionados ao campo da geografia histórica. Com a discussão de textos importantes para o campo disciplinar, busca-se sedimentar a base teórica utilizada pela geografia no estudo do passado. Sua relevância está ligada à inexistência da geografia histórica na grade curricular do curso de geografia, bem como à possibilidade de diálogo com outras áreas do conhecimento, como a história, ciência sociais, economia, dentre outras. O público então se amplia paratodos os discentes da Universidade Federal Fluminense do Polo Universitário de Campos dos Goytacazes (PUCG) e das demais universidade públicas (Instituto Federal Fluminense e Universidade Estadual do Norte Fluminense) e privadas existentes na cidade de Campos dos Goytacazes, bem como ao público em
geral. Cria-se então, com essa ação de extensão, um espaço de discussão nessa área, abrangendo a cidade de Campos dos Goytacazes, assim como as regiões Norte e Noroeste do Estado, das quais a município é pólo educacional.
A proposta é seguimento da ação de extensão desenvolvida em 2009, intitulada “Introdução à Geografia Histórica”, em que, em formato de curso, foram apresentadas as principais categorias e conceitos da geografia histórica.
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