quarta-feira, 23 de junho de 2010

JOGO DO BRASIL NA SEXTA = REUNIÃO DO GEGH CANCELADA

Prezados participantes do GEGH,
Devido à comunicação oficial abaixo, que altera a comunicação anterior que
em dias de jogo do Brasil iniciados as 11 horas o expediente se iniciaria as
14:30 horas, alterando para 16 horas, estou cancelando a discussão desta
sexta-feira, 25/06/2010. Em virtude disto os textos 7, 8 e 9 serão
discutidos no dia 02/07/2010. Caso haja jogo no dia 02/07 essa discussão fica para o
dia 09/07/2010.
Att.
Marcelo

----- Original Message -----
From:

Subject: Funcionamento da UFF Campos - Jogos do Brasil na Copa


Prezados professores do SFC,

Conforme comunicado da Direção do ESR e do Polo da UFF Campos, em
22/06/2010, sobre o funcionamento da Unidade em dias de jogos da
Seleção Brasileira, informamos:

- jogos com início às 11h: não haverá funcionamento no turno da manhã.
As atividades de aula e administrativas serão iniciadas às 16h.
- jogos com início às 15h30min: haverá funcionamento normal de aulas e
atividades administrativas no turno da manhã, com término às 13h. Não
haverá funcionamento nos turnos da tarde e noite.

Atenciosamente,

Julia Mesquita
Assit. em Adm.
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quarta-feira, 16 de junho de 2010

CRONOGRAMA DE APRESENTAÇÕES ATUALIZADO

Abaixo anexo o cronograma atualizado das nossas discussões e respectivos funções dos participantes:

RELATÓRIO DA REUNIÃO DO DIA 21.05.2010

Relatório da Reunião do dia 21/05/2010

O encontro desse dia teve como objetivo a apresentação e discussão do capítulo 4 – “Formação Colonial e Conquista de Espaços” – do livro “Território e História no Brasil” de Antônio Carlos Robert de Moraes.
Neste capítulo o autor faz uma análise dos processos e das diversas modalidades de formação colonial exercidas pelos paises da Europa ocidental como, Portugal, Espanha, Inglaterra e Holanda, ressaltando a conquista de espaços extra europeus acontecida a partir do século XVI.
A colonização, segundo o método de análise adotada, pode ser compreendida como uma relação sociedade espaço, onde o processo de valorização do espaço, realizado de diversas formas inclui: a apropriação de meios naturais, a transformação de tais meios numa segunda natureza, a apropriação destes meios naturais transformados, a produção de formas espaciais e a apropriação do espaço anteriormente produzidos. A colônia então, “notadamente nos casos de uma instalação pioneira, expressa talvez melhor do que qualquer outro exemplo, estes momentos da ação da sociedade sobre o espaço” (MORAES,2008,p.89)
Nesse dia, seguindo à dinâmica dos encontros anteriores, foi apresentado, dessa vez, por Tiago, o relatório, realizado com empenho de não omitir os detalhes das discussões realizadas, do capítulo três do livro em questão. Em seguida foi apresentado, por Ana Carolina, o capítulo quatro (objeto de discussão desse encontro) onde o autor define o processo de colonização tendo por origem a expansão territorial de um determinado grupo humano, sendo necessário para a sua efetivação a ocupação e fixação, por um longo tempo, do agente colonizador que passa a atuar como elemento externo de estruturação interna da colônia.
A seguir, a apresentadora chama a atenção para as diversas modalidades de origem e efetivação dos empreendimentos colonizadores como os empreendimentos coloniais privados surgidos Holanda, os empreendimentos estatais adotados pela Espanha e os mistos empregados por Portugal; possuindo em comum a todos, as estruturas militares de apoio à colonização e o uso da violência no sentido de subjugar os colonizados. Assim a colonização apresentou um caráter de conquista, submissão das populações colonizadas, apropriação dos lugares, subordinação dos poderes eventualmente defrontados e dominação política.
Ana Carolina observa também, seguindo o autor, que as estruturas produtivas preexistentes, quando encontradas, são assimiladas a nova ordem ou destruídas, citando o exemplo da “plantation” como expansão da economia mundo capitalista. Observa também as diferenças entre as colônias de povoamento, sendo essas mais autoconcentradas e autárquicas e tendo laços mais tênues com os circuitos comerciais e as colônias de exploração – lugares do capital mercantil por excelência - resultando assim, segundo Moraes, em um sentido da colonização dependente da geopolítica metropolitana somado às condições encontradas.
A apresentadora ilustrou seu trabalho trazendo imagens como: uma figura das capitanias hereditárias para mostrar a divisão territorial (interna) da colônia realizada pelo agente(externo) colonizador e uma figura de um Engenho do livro “Casa Grande e Senzala”, de Gilberto Freire para mostrar a formação social colonial brasileira, entre outros.
Após a apresentação do texto, Vicente realizou sua tarefa de comentador e Sueleni chamou a atenção a cerca das práticas sociais tais como “coronelismo, patriarcadismo, clientelismo” comuns no Brasil e atribuindo essas práticas à herança nossa colonial.
O professor Hélio elaborou um “pequeno texto como pretexto para reflexão” onde comentou a lógica externa da colonização e a dinâmica interna da colônia; a permanência das relações sociais coloniais que reproduzem, que se reenventam e que permanecem.
Finalizando, o professor Marcelo Werner – coordenador da reunião – indica, para uma melhor compreensão da atribuição de problemas às causas externas, o livro “Dialética da Colonização” do autor Alfredo Bossi.

Anadelson Martins Virtuoso
Relator dessa reunião.

RELATÓRIO DA REUNIÃO DO DIA 14.05.2010

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DO DIA 14/05/2010
ELABORAÇÃO: TIAGO DOS REIS ROCHA


Estudamos e discutimos, o capítulo III da obra Território e História no Brasil, de Antônio Carlos Robert Moraes, intitulado Estado e Território Numa Perspectiva Histórica. Onde o autor faz uma leitura da constituição dos estados nacionais, por meio de processos históricos, que se engendraram por meio da ação humana, em especial na ação, e na organização política, que se estabeleceu em consonância com projetos e interesses econômicos e culturais, num processo diacrônico e dialético, estabelecendo o que denominou de “formação territorial”.
Feita a abertura dos trabalhos, seguindo a solicitação do Prof. Marcelo Werner, foi lido o relatório dos trabalhos do dia 07/05 pela participante Ana Carolina.
Em uma ponderação relativa ao relatório, reivindicou-se um maior detalhamento do “calor das discussões” feitas, embora, chegamos à conclusão, que o trabalho do relatório passa ainda por um processo de aperfeiçoamento.
Mediante a ausência dos relatores, devido ao ocorrido da desistência de duas participantes na reunião anterior, o professor sugeriu uma dinâmica diferente, mediante a uma leitura conjunta, seguida de pausas para discussões e comentários. Foi sugerido a Hamilton que iniciasse a leitura do Capítulo III da obra, fazendo essa assim de maneira dirigida, sendo solicitado ainda ao mesmo que fizesse uma síntese do parágrafo lido. Alguns outros participantes deixaram suas contribuições nessa primeira pausa, e o professor posicionou-se, concluindo-se que o Estado é um elemento político e territorial. Foi colocado, ainda, a questão do papel das forças armadas, para afirmação das soberanias nacionais, muito sintetizada no conceito de “dissuasão” militar.
Em seguida foi posto em pauta nesse objeto de estudo uma espécie de “casamento” entre o território com o Estado, onde nessa relação, se espacializa a questão do Estado, trazendo-o para Geografia, diferentemente das abordagens do Estado, específicas da Ciência Política, mais relacionadas as “teorias” do Estado e a sua esfera institucional.
Entrou no debate a questão do papel da História no estudo da Geografia, que contribui no sentido de possibilitar o estudo dos processos que desencadearam a conformação territorial dos Estados, quebrando-se a visão pragmática que reduzia o Estado a uma espécie de “coisa dada”. Além de ter sido alertado a necessidade de se diferenciar território de história territorial.
Foi colocado ainda, a questão da “tríplice repartição do objeto geográfico” em Ratzel, ressaltando o papel dos agentes sociais na constituição do território.
Solicitou-se em seguida a definição do que seria a escola possibilista, citada no texto, e a relação dela com a escola determinista. Logo sendo pontuada na discussão envolvendo a contribuição de quatro ou cinco participantes, mas o professor, de que se tratava da escola francesa, liderada por Vidal de La Blache, interessada em dar respostas à escola alemã, batizada pelos franceses de “determinista”, iniciada em Friedrich Ratzel, onde no plano de fundo dessas discussões, estavam “questões nacionais”, envolvidos em conflitos de delimitação de fronteira, como a Guerra Franco-Prussiana, e a emergente Primeira Guerra Mundial, tendo, portanto, a Geografia, empenhado papel importante nesse embate. Sendo a Alemanha um país recém unificado com Bismarck, com pretensões expansionistas, ao passo que a França, encontrava no estudo de conceitos geográficos, como as regiões “vidalianas” com o seu “gênero de vida” a tentativa de defesa para regiões fronteiriças cobiçadas pelos alemães como a Alsacia-Lorena.
Outra questão que surgiu, foi o fato da dita Geografia Tradicional, ter feito “tabula rasa” do papel histórico das delimitações territoriais, restando a essa abordagem o resgate feito pela Geografia Política.
Foi pontuado que o percurso do pensamento geográfico-histórico, ganhou respaldo com o surgimento da Geografia Crítica, trabalhando a relação sociedade-espaço. Onde passou a se buscar o desenvolvimento da Geografia, por meio de sua gênese.
Na oportunidade o participante Hamilton, contribuiu com o exemplo da ampliação do terreno da UFF, adquirido em meio uma disputa eleitoral para reitoria, onde acabou se tornando promessa, cumprida de um dos candidatos, possibilitando a UFF de Campos, conquistar o seu “espaço vital” fundamental para a atual expansão que está se processando.
Com efeito, tal exemplo, no aspecto das correntes do pensamento geográfico, corroboram com a superação da Geografia Descritiva, que não se preocupava em problematizar os processos sociais, as intervenções humanas, empenhadas na configuração espacial, que agora passou a ser valorizada.
O professor, perguntou aos alunos, sobre a questão do dado “sincrônico”, onde na ausência de resposta objetiva, pontuou que tal abordagem diz respeito às “periodizações”, normalmente respaldadas em eventos sociais, como a feita por Eric Hobsbawn na obra “A Era dos Extremos”, como sendo o “breve século XX”, de 1914 a 1991, devido a 1º Grande Guerra, e a queda do socialismo real.
Entrou na discussão em seguida o aspecto da denominada “formação sócio-espacial”, ou “formação espacial”, definida por Milton Santos, que seria uma espécie de aplicação a Geografia, do conceito marxista de “formação econômica e social”, baseada na relação dialética da infra-estrutura (economia) com as superestruturas (esfera ideológica-cultural e jurídica-política) conformando as três instâncias colocadas por Robert Moraes, como sendo a econômica, a política, e a cultural, que compõem o que o autor denomina de “formação territorial”. Conceito que de certa forma retoma o Capítulo II, quando busca “substituir o impreciso conceito de espaço, pelo preciso “território”.
Nos foi, colocado o desafio de identificar na idéia do autor a similaridade ou não do conceito de formação espacial, com o de formação territorial, onde em particular, apostei na leitura do capítulo anterior, que deveria ser a mesma, mas amparada numa atenção especial ao elemento político, mesmo com o uso teórico da dialética, que como na discussão anterior, não poderia ser reduzida a um “determinismo econômico”.
Surgiu também na discussão brevemente, a idéia de “territorialidade do tráfico”, por meio de seu “poder paralelo”.
Tratou-se em seguida da idéia de construção “diacrônica”, baseada na idéia de um “eixo das sucessões”, sendo essa a utilizada por Moraes, diferente da “sincronia”, respaldada no “eixo de coexistências”, utilizada por Santos.
Em seguida, fizemos uma pausa para o intervalo. Ao retornarmos, entendemos pelo adiantado da hora a necessidade de uma leitura com menos interrupções para as discussões, as quais, tivemos mais umas quatro. Após a primeira leitura, o professor interveio, abordando na leitura o aspecto da temporalidade. Em especial na leitura, do caso europeu com o surgimento dos estados nacionais, além de destacar a discordância do autor com a idéia antropológica de território cultural, onde aproveitei para exemplificar o caso da demarcação de reservas indígenas, que não segue a mesma lógica da sociedade racional moderna.
Mencionou-se ainda a definição das escalas geográficas, onde o autor priorizou pela escala nacional, priorizando a esfera política.
Após mais um bloco de leituras, foi abordado a aspecto da economia mundo, como sendo algo que funciona no mundo inteiro, onde sobrou certa crítica ao autor, por uma abordagem parcial do conceito de Immanuel Wallerstein, onde entendemos que se deu dessa forma, por não ser o objeto central de seu trabalho. Na oportunidade discutimos o papel da dinâmica econômica, ser ou não, eminentemente questão de mercado, devido ao fato de se operar através do aval dos estados nacionais. Onde na oportunidade foi mencionado ainda pelo Hamilton, o apelido dado ao “porto chinês do Açu”, com seus navios “jong jong”, paradoxalmente construído pelo capital privado nacional.
Em seguida procedemos mais uma parte da leitura, onde se destacou a questão do estado absolutista, como necessidade de centralização, capaz de derrubar o sistema feudal, onde ainda o território, pôde ser visto como o “segundo porto do rei”, sendo porém, do Estado, e público.
E trabalhou-se sobre a especificidade (alteridade) de cada estado nacional, com sua forma de evolução.
Por fim, após procedermos a leitura das últimas páginas do texto, foi destacado por mim, a precisão do autor na abordagem dos estados multi-étnicos, que não representavam uma coesão nacional, portanto o Estado, não seria exatamente a materialização da nação, devido a questão das múltiplas identidades nacionais, onde demos vários exemplos, como o da antiga Iugoslávia, e o da ex-URSS, ou ainda de estados ainda muito artificiais, como a Espanha, imersa em movimentos separatistas, e/ou de reivindicação de identidade regional, ou os países africanos, construídos na ótica européia, repletos de tribos antagônicas convivendo num mesmo Estado.
Logo após foi passada a palavra ao comentador Alexandre, que destacou a idéia de síntese do autor, definindo o Estado, por suas dimensões política, econômica, militar, cultural, ideológica, etc, onde conseguiu estabelecer um paralelo com a idéia dialética antes exposta, de formação espacial, ou territorial. Onde na discussão que se desdobrou enfatizamos o caráter diacrônico de sua abordagem, que foi sendo construída, nos três capítulos estudados, onde avançaremos agora ao quarto, onde aplica tais conceitos a configuração do território brasileiro, a começar na colonização.
Em seguida encerramos as atividades da tarde, com uma breve seção de fotos do grupo de estudos.


Campos dos Goytacazes, 14 de maio de 2010.

RELATÓRIO DA REUNIÃO DO DIA 07.05.2010

RELATÓRIO DOS DEBATES DO DIA 07/05/2010

Nesse dia foi apresentado o capítulo 02, do livro de Antonio Carlos Robert de Morais, “Território e História no Brasil’’, intitulado, “A Geografia Humana Como História Territorial’’. Nesse capítulo o autor começa salientando que diferentes métodos em ciências humanas adotam perspectivas históricas na análise de seu objetivo, embora seja distintas as maneiras com o qual o método vai ser trabalhado. Procura delinear uma visão dialética e histórica do temático clássico da geografia humana, a relação entre sociedade e seu espaço, e que para isso tem-se que compor uma teia de fundamentos teóricos que sustentam a posição assumida, ou seja, engloba vários fundamentos teóricos para sustentar uma posição (ex. visão totalizadora, busca a explicação do científico, sem isolá-lo), cada mediação particularizadora em sua explicação empírica e teórica, permite a abertura em uma discursão específica e relativamente autônoma, esse entendimento da geografia humana como ciência social que tem como o objetivo o processo universal de apropriação do espaço natural. O autor diz que a constituição de um território (espaço) é um processo acumulativo, e que está em contínuo movimento, produção de espaço, onde o Estado é um protagonista nesse processo,e que tende a monopolizar as ações básicas do processo de formação territorial. O espaço se torna um campo político-cultural que expressa combates e antagonismos entre interesses e projetos sociais. Enfim, o desenvolvimento histórico se faz sobre e com espaço terrestre, e, nesse sentido, toda formação social é também territorial, pois necessariamente se especializa.
Os participantes responsáveis pela apresentação, Hélio Coelho e Tiago dos Reis, realizaram também um paralelo com um artigo “ Da República Velha ao Estado Novo, do Hamilton de Mattos Monteiro.
A comentadora, Danielle Costa dos Santos, destacou a relação sociedade e seu espaço.
Durante os debates foram destacadas a questão da relação sociedade e grupos sociais. O Hamilton Cassiano Dias, levantando a importância do pensamento geográfico e relações dialélicas sociedade-espaço. Marcelo Werner da Silva, relata que o autor visa como análise da sociedade o método da geografia humana com o método da geografia territorial, o espaço é produzido, formado e analisado através das relações sociais, política e ideológica.
Campos dos Goytacazes, 07 de abril de 2010.

Ana Carolina Soares Cruz
Aluna e relatora dessa reunião.

APRESENTAÇÃO DO CAPÍTULO 2

A apresentação do capítulo 2, realizada pelo Tiago e pelo Hélio está disponível para baixar no seguinte endereço: http://depositfiles.com/files/jsewmy77p

domingo, 16 de maio de 2010

Mapas Históricos na rede e integrados ao Google Earth

Matéria que circulou na lista da geografia (http://br.groups.yahoo.com/group/listageografia/), postada por um grupo de geógrafos da Cataluña/Espanha (Geògrafs.cat! Grup independent de geògrafs catalans)

FONTE: Blographos - ciencia + tecnología + arte + cartografía 18//12/2009
http://www.geographos.com/BLOGRAPHOS/?p=471

Nuevos mapas de la colección David Rumsey en Google Earth

José barreda

La Colección David Rumsey (http://www.davidrumsey.com), es una de las más conocidas y visitadas del mundo, cuenta con alrededor de 18.460 mapas en línea y aunque su especialidad es América del Norte, en su cartoteca podemos encontrar un amplio retrato histórico de todos los continentes (aquí la colección de Perú). Buena parte de sus mapas y planos usan Luna Imaging (http://www.lunaimaging.com) para la visualización de sus imágenes. Sin embargo, aunque el sistema funciona muy bien, es claro que tiene sus ventajas sumar esta colección a las prestaciones ofrecidas por los omnipresentes Google Maps y Google Earth.

Actualmente la sección dedicada mashups usando el API de Google pueden ser visitadas en su web (http://www.davidrumsey.com/view/google-maps) y contiene, además de la valiosa cartografía, una nutrida información contextual. La resolución de los mapas es de lo mejor y su georreferenciación es la notablemente buena tomando en cuenta la distorsión e inexactitudes de estos viejos cartogramas.

Además de la posibilidad de manejar el desplazamiento y el nivel de acercamiento -a la manera de Google Maps-, podemos regular la transparencia de la imagen y superponer y comparar distintas capas de información gráfica.

Totalmente recomendable para los aficionados a la cartografía o para aquellos que andan buscando datos de carácter históricos. Todos lo mapas se encuentran con licencia Creative Commons.

Vínculos:
Colección David Rumsey http://www.davidrumsey.com
Colección David Rumsey en Google http://www.davidrumsey.com/view/google-maps
Visto en:
Lat Long Blog http://google-latlong.blogspot.com/2008/05/more-rumsey-historical-maps-and-more.html
La Cartoteca http://alpoma.net/carto/?p=728

Geògrafs.cat! Grup independent de geògrafs catalans
url: http://www.geografs.cat
Fòrum: http://tech.groups.yahoo.com/group/geografs-cat

Col.legia't:
http://www.geografs.org/?section_id=4

quinta-feira, 13 de maio de 2010

RELATÓRIO DA REUNIÃO DO DIA 30/04/2010

RELATÓRIO DA REUNIÃO DO DIA 30/04/2010

Nesse dia foi apresentado o capítulo 1, do livro de Antonio Carlos Robert Moraes, “Território e História no Brasil”, intitulado “Geografia, história e história da geografia”. Nesse capítulo o autor apresenta as articulações entre geografia e história, recusando as abordagens tradicionais. Também apresenta a distinção entre a geografia material (a apropriação e produção do espaço) e as representações elaboradas pelas sociedades sobre essa realidade (o discurso geográfico). Essa distinção leva à distinção entre geografia e ‘pensamento geográfico”, mais amplo e que não se encerra no âmbito disciplinar da geografia. O autor também analisa a utilização ideológica dos conhecimentos geográficos no âmbito do colonialismo, que se baseia na teoria evolucionista da história. A partir da distinção entre geografia e pensamento geográfico, o autor finaliza apresentando dois campos de pesquisa possíveis para a geografia brasileira: uma história das idéias geográficas no Brasil e uma história da institucionalização da disciplina geografia.
O participante responsável pela apresentação, Hamilton Cassiano Dias, realizou também um paralelo com o artigo “Origens do pensamento geográfico no Brasil: meio tropical, espaços vazios e a idéia de ordem (1870-1930) e também com a obra geográfica do autor campista Alberto Lamego, que merece reexame e utilização atual.
A comentadora, Gisele destacou a apresentação em tópicos realizada e questionou o apresentador quanto à característica da geografia, se una ou múltipla, no que Hamilton comentou que em sua opinião a geografia é abrangente, chegando a abarcar “tudo”.
Durante os debates Cândido destacou a questão conceitual da geografia e as diferentes interpretações geográficas possíveis, por exemplo, entre o colono e o dono de uma fazenda. Helio destacou a importância de Aires de Casal e indagou da importância do IHGB, no que o coordenador, destacou ser um órgão que realizou levantamento importantes, mas não atuou na sistematização da disciplina geografia. Hélio também destacou a incorporação tardia de Karl Marx nos estudos das ciências humanas, criticando a fragmentação de saberes realizada a título da maximização dos resultados. Também destacou a importância de se estudar a história da educação no Brasil, para sabermos se não continuamos reproduzindo um pensamento colonizado. Martins destacou a reedição das obras de Alberto Lamego e a discussão, da geografia, entre licenciatura e bacharelado. Já Tiago, por estudar, simultaneamente, geografia e ciências sociais, apontou certo desprezo, na geografia, em estudar os autores clássicos, vistos como ultrapassados, ao contrário do que ocorre nas ciências sociais, em que o estudos dos clássicos é fundamental. Tal comentário encontrou apoio no coordenador.
Campos dos Goytacazes, 30 de abril de 2010

Marcelo Werner da Silva
Coordenador e relator dessa reunião

RESUMO DO CAPÍTULO 1

CAP 1 – GEOGRAFIA, HISTÓRIA E HISTÓRIA DA GEOGRAFIA

• Iniciar distinguindo  história e geografia
• Evitando o fascínio do empirismo historiográfico para levantamentos empíricos da história da geografia no Brasil
• Recusar de imediato as visões tradicionais:
 “geografia como introdução da história” (historiadores); concepção de Herder da Terra como palco das ações humanas
Problemas:
Geografia como anteato da história; geográfico confundido com o natural
 “geografia como história do presente” (geógrafos)
Problemas:
Geografia como realidade pós-histórica, atualidade só apreensível funcionalmente, escapando à reflexão da história
• Urge, portanto, repensar as articulações entre a história e a geografia através de questões de fundo:
 A história da geografia estudada na ótica disciplinar de um historiador seria igual a conduzida por um geógrafo?
 Qual o papel da história em uma teoria geral da geografia e o papel da geografia em uma teoria geral da história?
 As mediações geográficas e históricas tem o mesmo peso na explicação da história e da historia da geografia? Por que?
 Respostas devem ser no plano dos métodos
 Emerge a questão conceitual, tratada com certa liberalidade/confusão ontológica nos estudos da história da geografia do Brasil
 Ora se enfoca a construção da geografia material do território;
 Ora são os discursos construídos sobre esse processo
 Ou a linguagem da qual são portadores.
• Para abrir a discussão, algumas posições teóricas e indicações analíticas com que trabalha:
1. universo da história muito mais amplo que o da geografia (a geografia como um produto da história)
 a geografia material objetivada no espaço terrestre e o discurso geográfico sobre tais realidades como explicáveis pela história; a historicidade como caminho do entendimento dos objetos e processos espaciais, o que inclui a geografia;
2. por geografia deve-se diferenciar:
• a apropriação e a produção do espaço
• das representações elaboradas pelas sociedades acerca dessa realidade (o discurso geográfico).
• Sendo a valoração simbólica do espaço um momento de sua valorização material, em uma dialética que cabe desvendar.
3. os discursos geográficos variam por lugar, sociedade e época, engendrados por mentalidades vigentes (qualquer leitura da paisagem ou produção de texto sendo densa de uma temporalidade própria)
• portanto em qualquer período da história e qualquer agrupamento humano existe uma geografia (material e discursiva), sendo necessário diferenciar e historicizar as culturas para bem contextualizar suas geografias.
• Várias são as maneiras de diferenciação:
1. a distinção entre o saber popular (conhecimentos geográficos do senso comum e dos povos sem escrita)
2. do saber erudito (amparados em registros, seguindo normas e padrões hegemônicos determinados historicamente.
• A designação “filosofia”  escritos de maior densidade lógica e reflexiva da cultura ocidental
• Já “ciência” é uma forma mais tardia de apresentação do conhecimento legítimo associada à emergência do capitalismo, sendo resultado e alavanca da modernidade
• Portanto discutir o discurso geográfico enquanto ciência é uma delimitação bem restritiva em termos históricos e culturais, excluindo as geografias espontâneas do cotidiano e o saber geográfico contido em mitos e na literatura
• Trabalha-se então somente com o pensamento ocidental a partir do final do século 18
• Mesmo assim o pensamento geográfico emerge de diversos campos disciplinares, sendo um possível delimitador a utilização do termo “geografia”, “na autolocalização das obras, dos autores, das teorias e das instituições que comporiam a comunidade dos ‘geógrafos’”
• Surge então uma “geografia científica” ou “moderna” no final do século 18, com variadas fontes e influências, a maior parte extrageográficas, que a partir de então passa a ser a “geografia”.
• É essa proposta de geografia-ciência que se difunde com a ocidentalização do mundo, o que, porém, não abarca todas as possibilidades do discurso geográfico como ciência
• Assim, pode-se analisar a “geografia moderna” como o projeto de um campo científico singular, com história própria, que se legitima e se institucionaliza de diversas maneiras que variam de país a país, porém remetendo a filiações e paradigmas comuns que conformam um corpo de especialistas (comunidade ou corporação) que cria e implanta estratégias de reprodução.
• Uma característica é a formação de escolas nacionais de geografia, com uma leitura nacional de seu próprio espaço e do mundo
• Em casos de países que tiveram dificuldades em se constituir enquanto Estado, a geografia nacional acaba servindo como mecanismo de legitimação (caso da Alemanha)
• Nos países centrais, ao longo do século 20, a geografia, ao lado da história, passa a ser uma das disciplinas básicas para a legitimação do Estado através do estudo do território, constituindo-se a idéia de “povo”
• Também serviu para municiar o Estado com informações e interpretações que o capacitava para decisões locacionais e geoestratégicas, com a geografia estando presente nos órgãos diretos de gestão política, logística e militar.
• Assim os interesses de cada Estado se expressam em suas geografias (Gottmann)
• A demarcação de fronteiras é exemplo dos interesses envolvidos com a tentativa (ideológica) de sacralizar a “fronteira natural” (fora da história). Na prática a maioria das fronteiras foram definidas militarmente, com a geografia, muitas vezes, servindo para legitimar tais fronteiras.
• Mas a geografia também recria o mundo através se sua própria cultura, embutindo, muitas vezes, projetos de relação e de dominação, com cada país do centro construindo sua geografia do mundo projetando interesses de expansão territorial e um discurso geográfico legitimador de tais interesses (geografias coloniais)
• Nesse caso a teoria evolucionista da história (da qual a geografia é herdeira) é a mais bem sucedida teorização sobre as desigualdades entre as culturas, mostrando-a como um percurso único da barbárie à civilização
• Também as religiões tiveram papel destacado na difusão e consolidação de hierarquias entre lugares e sociedades, pois na expansão colonial o missionário se fez acompanhar pelo soldado e pelo comerciante
• A relação entre a geografia européia e o colonialismo do século 19 é siamesa, gerando um levantamento exaustivo dos lugares do mundo extra-europeu, identificando riquezas potenciais, caminhos e obstáculos à penetração colonial
• Já as geografias produzidas nas colônias respondem a outros interesses, o que não nega relações e intercâmbios de parte a parte, com as metrópoles determinando o padrão culto, muitas vezes imposto sob a forma de auxílios e bolsas aos geógrafos do 3º Mundo.

Geografia no Brasil ou geografia brasileira (distinção a problematizar, objeto do autor)
• Centralidade da geografia como prática material na vida social das formações coloniais em geral e do Brasil em particular, pois a expansão territorial e o domínio de espaços está na própria natureza dessas sociedades (pecado original das colônias)
• A condição periférica marca profundamente a história brasileira em todas as dimensões, que se traduz na periódica necessidade de ajustes internos aos padrões e ritmos do centro da economia-mundo capitalista
• Esse caráter reativo também se manifesta como condicionante histórico no campo das idéias e das mentalidades, gerando uma cultura erudita que tem seus parâmetros e conteúdos definidos no exterior
• Nesse quadro começa a se delimitar um campo geográfico no século 19, ainda sem uma identidade disciplinar, mas refletindo as idéias européias da geografia moderna
• Da necessidade de legitimação com a independência do país, na dificuldade de identificação como nação utiliza-se o discurso geográfico que usa o território como o centro de referência da unidade nacional, sendo o povoamento a tarefa básica na construção do país
• A partir de 1930 institucionaliza-se o campo disciplinar, com a fundação do Conselho Nacional de Geografia, do IBGE e da AGB, que porém não esgotam as possibilidades de formulação de ideologias geográficas
• Aqui retoma plenamente seu sentido a distinção entre “pensamento geográfico” e “geografia”, abrindo caminho para dois campos de pesquisa:
1. uma história das idéias geográficas no país (mais genérica) com argumentos provenientes de fora da geografia, do pensamento social brasileiro, com discursos e reflexões sobre o território e a geografia
2. uma história da institucionalização da disciplina geografia
• os campos são pouco explorados e recomenda-se o rigor historiográfico e aprofundamento metodológico como antídotos para abordagens pseudo-filosóficas.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

CRONOGRAMA DAS DISCUSSÕES

CALENDÁRIO DOS ENCONTROS DO GEGH
16.04.2010 INTRODUÇÃO
23.04.2010 FERIADO
30.04.2010 TEXTO 1
07.05.2010 TEXTO 2
14.05.2010 TEXTO 3
21.05.2010 TEXTO 4
28.05.2010 TEXTO 5
04.06.2010 FERIADO
11.06.2010 NÃO HAVERÁ ENCONTRO
18.06.2010 TEXTO 6
25.06.2010 TEXTO 7
02.07.2010 TEXTO 8
09.07.2010 TEXTO 9

FUNÇÕES DE CADA PARTICIPANTE

FUNÇÕES DE CADA PARTICIPANTE POR DATA

terça-feira, 13 de abril de 2010

Dinâmica do primeiro encontro - SEXTA 16.04.2010 ÀS 14 HORAS

Em um primeiro momento explicarei a dinâmica das reuniões e distribuirei as tarefas para o semestre.

Em seguinda, como contamos com vários participantes sem experiência prévia em Geografia Histórica, realizarei um nivelamento, apresentando o essencial do método da geografia histórica.

No segundo encontro começaremos então os debates sobre o livro.

Textos no Xerox

Já estão no xerox:
- os dois primeiros capítulos do livro "Território e História no Brasil";

- texto sobre a dinâmica de funcionamento dos seminários, de MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2007. 6. ed. p. 35-40.

domingo, 11 de abril de 2010

Relação de Participantes Selecionados

Foram realizadas no dia 09/04/2010 às 14 horas, as entrevistas para seleção dos participantes do grupo nesse semestre. São os seguintes os selecionados:
Alexandre Pralon Barbosa
Anadelson Martins Virtuoso
Ana Carolina Soares Cruz
Andressa Ramos Pinto
Danielle Costa dos Santos
Gabriella Vieira Ferreira de Jesus
Gisele Azevedo da Silva Paes
Hamilton Cassiano Dias
Helio Coelho
Ives da Silva Duque Pereira
Janai Vieira de Siqueira
Jose Augusto Souza Candido
Karen Mata Santos
Mirila Greicy Bittencourt Cunha
Sueleni Carvalho Fontes
Tiago dos Reis Rocha
Vicente Passaglia Pereira Cantanhede

sexta-feira, 9 de abril de 2010

II Congresso Fluminense de Iniciação Científica e Tecnológica



Estão abertas as inscrições até 30 de abril para participação no II Congresso Fluminense de Iniciação Científica e Tecnológica, que acontecerá no período de 7 a 10de junho de 2010. Estarei lá representando a geografia histórica, ministrando um minicurso no dia 08/06/2010, das 13 às 15 horas, intitulado "Geografia Histórica: aspectos teórico-metodológicos".
Att.
Marcelo Werner da Silva

quarta-feira, 7 de abril de 2010

SALA DAS REUNIÕES DO GEGH

Informo que a seleção para as 15 vagas para participação no projeto será realizada nesta sexta-feira (09/04), às 14 horas, na SALA 12 do Polo de Campos dos Goytacazes/RJ da Universidade Federal Fluminense, situado à Rua José do Patrocínio, 71 - Centro - Campos dos Goytacazes - RJ.

Livro Território e História no Brasil de Antonio Carlos Robert Moraes

O livro que utilizaremos pode ser adquirido pela internet. O menor preço é na Livraria Melhoramentos, em que ele está R$ 22,14, mas só vale a pena se adquirir outros livros, pois o frete grátis é a partir de R$ 44,00. Já na livraria travessa ele está R$ 27,00, mas o frete é grátis.
Para quem não puder comprá-lo deixarei no xerox os dois primeiros capítulos. Os demais poderão ser consultados ou emprestados em nossa biblioteca, em que existem três exemplares, um sempre ficando para consulta local.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

INSCRIÇÕES

As inscrições para participação estão abertas. O procedimento será o seguinte:

1. Enviar email para gegh.uffcampos@gmail.com, manifestando interesse em participar. Será enviada uma confirmação de recebimento do pedido.
2. Comparecer, para entrevista, no dia 09/04/2010 (SEXTA) às 14 horas na UFF/Polo Universitário de Campos dos Goytacazes - Rua José do Patrocínio, 71 - Centro - Campos dos Goytacazes - RJ, em sala a ser divulgada oportunamente.
3. A relação dos participantes selecionados será divulgada aqui no blog no dia 10/04/2010.
4. Os encontros se iniciarão no dia 16/04/2010, às 14 horas.

OBSERVAÇÃO: Para esse semestre, devido à dinâmica de discussão em seminários, ofereceremos apenas 15 vagas.

Dinâmica nesse semestre

O grupo iniciará suas atividades no dia 16/04/2010, sempre às sextas-feiras das 14:00 às 17:00 horas em sala da UFF/Polo de Campos dos Goytacazes/RJ, situado à Rua José do Patrocínio, 71 - Centro - Campos dos Goytacazes - RJ, devendo encerrar-se no dia 09/07/2010.

Os participantes que tiverem frequencia mínima e realizarem as atividades/avaliações solicitadas, terão direito a um certificado de extensão de 30 horas emitido pela PROEX/UFF.

Objetivos, Metodologia e Avaliação

Objetivo Geral

Discutir textos relevantes para a geografia em geral e para a geografia histórica em particular.

Objetivos Específicos

1. Discutir os conceitos de formação territorial e formação espacial;
2. Discutir possibilidades de aplicação para casos concretos de pesquisa;
3. Qualificar discentes e profissionais que futuramente possam se dedicar a essa área do conhecimento.

Metodologia e Avaliação

A metodologia aplicada para se alcançar os objetivos propostos será a discussão dos textos na forma de seminários. A carga horária, de 30 horas/aula, com três horas semanais, contempla a necessária reflexão entre um encontro e outro. Nesse semestre analisaremos a obra "Território e História no Brasil", de Antonio Carlos Robert Moraes, com a discussão sendo sequencial à estrutura da obra:

1, Geografia, História e História da Geografia
2. A geografia humana como história territorial
3. Estado e Território numa perspectiva histórica
4. Formação Colonial e Conquista de Espaços
5. O estado territorial no contexto periférico
6. Ideologias geográficas e projetos nacionais no Brasil
7. Geografia Política e História da Geografia no Brasil
8. Formação Territorial e Políticas Ambientais no Brasil
9. Teritório, Globalização e Periferia.

A ação contemplará as seguintes etapas: uma apresentação do que se espera e uma visão de conjunto dos aspectos a serem discutidos e posteriormente a realização de seminários conduzidos pelos participantes, coordenador e discentes. Como os participantes trarão experiências diversas, garante-se, nesse espaço de diálogo, a necessária multidiciplinariedade para a abordagem da geografia histórica.
A ação contará com mecanismos de acompanhamento e avaliação que estarão relacionados à participação efetiva (ou não) dos discentes, a proporção em que o coordenador terá que intervir para o bom andamento dos trabalhos. Também serão contemplados mecanismos de avaliação da absorção ou não dos conteúdos abordados. Será também solicitada uma avaliação pessoal de cada participante.

Grupo de Estudos de Geografia Histórica

Esse é o blog do Grupo de Estudos de Geografía Histórica, coordenado pelo professor Marcelo Werner da Silva, do curso de geografia da UFF de Campos. Ele se constitui, operacionalmente, como um projeto de extensão.
A ação de extensão está ligada à discussão de textos relacionados ao campo da geografia histórica. Com a discussão de textos importantes para o campo disciplinar, busca-se sedimentar a base teórica utilizada pela geografia no estudo do passado. Sua relevância está ligada à inexistência da geografia histórica na grade curricular do curso de geografia, bem como à possibilidade de diálogo com outras áreas do conhecimento, como a história, ciência sociais, economia, dentre outras. O público então se amplia paratodos os discentes da Universidade Federal Fluminense do Polo Universitário de Campos dos Goytacazes (PUCG) e das demais universidade públicas (Instituto Federal Fluminense e Universidade Estadual do Norte Fluminense) e privadas existentes na cidade de Campos dos Goytacazes, bem como ao público em
geral. Cria-se então, com essa ação de extensão, um espaço de discussão nessa área, abrangendo a cidade de Campos dos Goytacazes, assim como as regiões Norte e Noroeste do Estado, das quais a município é pólo educacional.
A proposta é seguimento da ação de extensão desenvolvida em 2009, intitulada “Introdução à Geografia Histórica”, em que, em formato de curso, foram apresentadas as principais categorias e conceitos da geografia histórica.